Elexsandra Gouveia Advocacia
Dúvidas Frequentes

Respostas claras para suas
principais dúvidas jurídicas

Compilamos as perguntas mais frequentes de nossos clientes. Se sua dúvida não estiver aqui, entre em contato diretamente.

Direito de Família e Sucessões

Divórcio, guarda, pensão, inventário e planejamento sucessório

Como funciona o divórcio extrajudicial?

O divórcio extrajudicial é feito em cartório, sem ação judicial, quando o casal concorda com a partilha de bens e não tem filhos menores. É o caminho mais rápido e econômico, resolvido em poucos dias com assessoria jurídica adequada.

Qual a diferença entre divórcio consensual e litigioso?

No divórcio consensual, ambos concordam com todas as condições (partilha, guarda, pensão). No litigioso, há desacordo e o juiz decide. O consensual é mais rápido, econômico e pode ser feito em cartório. O litigioso exige ação judicial e pode levar meses.

O que é guarda compartilhada e como ela funciona?

Na guarda compartilhada, ambos os pais participam ativamente das decisões sobre a vida dos filhos — educação, saúde, lazer. É o modelo prioritário no Brasil, garantindo convívio equilibrado e responsabilidades divididas entre pai e mãe.

É possível revisar o valor da pensão alimentícia?

Sim. Sempre que houver mudança significativa na situação financeira de quem paga ou de quem recebe, é possível entrar com ação revisional de alimentos para ajustar o valor à nova realidade. A revisão pode ser para aumentar ou reduzir o valor.

Qual o prazo para abrir inventário após o falecimento?

O prazo legal é de 60 dias após o óbito. Atrasar pode gerar multa sobre o ITCMD (imposto de transmissão). Por isso, é fundamental buscar orientação jurídica rapidamente para proteger o patrimônio familiar e evitar custos extras.

Qual a diferença entre inventário judicial e extrajudicial?

O inventário extrajudicial é feito em cartório quando todos os herdeiros são maiores, capazes e concordam com a partilha — é mais rápido (semanas). O judicial é obrigatório quando há menores, incapazes ou conflito entre herdeiros, e tramita pela Justiça.

O que é planejamento sucessório e por que é importante?

É a organização antecipada da transmissão de bens e patrimônio em vida, evitando conflitos futuros e reduzindo custos com impostos e inventário. Pode envolver doação com reserva de usufruto, testamento e holding familiar.

Direito Imobiliário

Usucapião, regularização, despejo e análise de contratos

Quem pode entrar com ação de usucapião de imóvel?

Quem ocupa um imóvel de forma ininterrupta, pacífica e com intenção de dono pelo prazo legal (5 a 15 anos, dependendo da modalidade) pode pedir usucapião para regularizar a propriedade. É necessário comprovar posse mansa e contínua.

É possível regularizar imóvel sem escritura?

Sim. Dependendo da situação, é possível regularizar por meio de usucapião judicial ou extrajudicial, adjudicação compulsória ou retificação no registro de imóveis. Cada caso exige análise documental e estratégia específica.

Como funciona uma ação de despejo?

A ação de despejo é o instrumento legal para retomar a posse do imóvel quando o inquilino descumpre o contrato de locação (falta de pagamento, uso indevido, fim do prazo). O processo pode incluir liminar para desocupação em 15 dias em alguns casos.

Preciso de advogado para comprar ou vender um imóvel?

Embora não seja legalmente obrigatório, a assessoria jurídica é altamente recomendada. Um advogado analisa a documentação, identifica riscos ocultos (dívidas, penhoras, irregularidades) e garante segurança na transação.

Direito Civil e Consumidor

Contratos, indenizações, negativação indevida e seguradoras

Fui negativado indevidamente. Tenho direito a indenização?

Sim. A negativação indevida configura dano moral presumido (súmula 385 do STJ, com exceções). Você pode pleitear a retirada do nome dos cadastros e indenização por danos morais. A ação pode ser proposta contra a empresa responsável pela inclusão.

A seguradora negou meu sinistro. O que posso fazer?

Se a negativa for injustificada, é possível entrar com ação judicial contra a seguradora para receber a indenização contratada, além de danos morais. É essencial analisar a apólice, a justificativa da negativa e reunir provas.

Preciso de advogado para analisar um contrato?

É altamente recomendado. A análise jurídica contratual identifica cláusulas abusivas, riscos ocultos e garante que seus interesses estejam protegidos antes de assinar. Prevenir é sempre mais econômico do que litigar.

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